19 de novembro de 2009 às 5:08 pm Por Jander Ramon
É cada vez mais aceita mundialmente a ideia de que a batalha pela sustentabilidade será travada nas cidades. Nessas áreas habitam a metade da população do planeta e, até 2025, essa proporção tende a se elevar para 60%. As cidades consomem 75% da energia mundial e produzem 80% das emissões de gás estufa – principalmente dióxido de carbono (CO2).
Se essas metrópoles são as que mais sofrem os efeitos das mudanças climáticas, também são, por outro lado, aquelas que reúnem as melhores condições de enfrentamento a esses problemas, uma vez que estão centralizados num determinado local e, portanto, mais fáceis de controlar. Consequentemente, as medidas de proteção climática terão maior impacto nas cidades.
As áreas metropolitanas do mundo estão em uma posição relevante, nesse cenário, para preparar caminho para estilos de vida que beneficiem o meio ambiente e as economias, além de gerar soluções que possam servir de modelo para outras regiões.
Essa clareza não significa, entretanto, facilidade de implementação de iniciativas no campo da preservação ambiental atrelada ao desenvolvimento. A lógica que ainda persiste, mas felizmente começa a apresentar os primeiros sinais de mutação, é a de que a ordem econômica ainda precede as decisões envolvendo o meio ambiente.
Os sinais de mudança começaram a ser percebidos mais claramente a partir das divulgações dos diagnósticos do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, sigla em inglês), com previsões de aumento da temperatura média do planeta, nas próximas décadas, o que trará graves consequências para todas as nações. Em outras palavras, começa-se a formar consenso entre governos, agentes econômicos e população de que os custos para reduzir as emissões de gases de efeito estufa serão menores do que as consequências trazidas pela elevação da temperatura média mundial.
Conferência do Clima de Copenhague
No ambiente de debates sobre os rumos do planeta, a Conferência do Clima da Organização das Nações Unidas (ONU) -COP15-, a ser realizada de 7 a 18 do próximo mês em Copenhague (Dinamarca), terá um papel importante e, quem sabe, significativo para definições mais claras sobre o controle e diminuição das emissões de gases poluentes no planeta. Voltaremos ao assunto no próximo post.

Categorias: Urbanização
Tags: aquecimento global, COP15, Copenhague, Megacidades, meio ambiente, mudanças climáticas
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É muito importante que se tenha essa proteção ambiental,não só nas metropoles, mas em todas as cidades com indice de consumo energetico conciderado alto, e tambem não só de energia mas de agua tambem, onde as pessoas possa cada vez mais agem de forma equivocada com o meio ambiente, causando serias consequencias.
Este tema é super atual e de relevante importância mundial, somente a partir da divulgação constante de informações, as grandes metropoles saberão da importância dos seus papeis na proteção ambiental.
Este tema é super atual e de relevante importância mundial, somente a partir da divulgação constante de informações, as grandes metropoles saberão da importância dos seus papeis na proteção ambiental.